quinta-feira, 8 de novembro de 2012

DELEGADO QUEBRA O SILÊNCIO: Fala sobre suposta invasão em residência de vice-prefeito eleito de Tarauacá


O delegado-geral da cidade de Tarauacá-AC, Samuel Mendes, resolveu quebrar o silêncio sobre as acusações de que teria invadido, sem mando de busca e apreensão, a casa do vice-Prefeito eleito, Chagas Batista, (PC do B).
Contou ele que na manhã da última terça feira (06), ao chegar na especializada daquela cidade, recebeu uma ligação informando que duas das testemunhas que fazem parte de uma Ação de Investigação Eleitoral- AIJE, estariam sendo coagidas na casa do então prefeito eleito, para que as mesmas mudassem os seus depoimentos feitos anteriormente para evitar prejuízo a chapa vencedora.
O delegado justificou ainda, dizendo que “agindo de prontidão com o dever do ofício, tendo em vista a situação de um possível flagrante e a suposta materialização do crime previsto no artigo 343 do Código Penal, de forma incontinente, mobilizei os agentes disponíveis na delegacia naquele momento com o escopo de averiguar a veracidade da informação prestada”, disse.
Citando ainda o Código do Processo Penal na forma do artigo 301, (…qualquer cidadão poderá e as Autoridades Policiais e seus agentes deverão prender quem quer que seja encontrado em flagrante delito), o delegado afirmou que  “chegando ao local, bati palmas, apresentou-se uma senhora por nome Célia, a qual identificou-se como empregada da residência. Identifiquei-me como delegado e expliquei sobre a denúncia que apontava a possível coação de testemunhas naquela residência. Meio assustada, porém compreendendo a situação, aceitou que fosse feita a averiguação no local, mediante assinatura em termo de autorização para adentrar na residência”, afirma.

Justificando que teve autorização para entrar na residência sem mandado judicial, o delegado afirmou que “por ser [a empregada] a única responsável no momento, sua autorização é perfeitamente válida, já que a empregada avocou a responsabilidade da guarnição da residência” argumenta.
Segundo ainda o Delegado, “em conversa com a empregada, perguntei-lhe se havia alguma garota na casa, sendo a resposta dela negativa e com o objetivo de ratificar sua resposta, ela disse que poderíamos procurar pela casa, pois não seria encontrada garota alguma. Logo, reitero, com autorização da empregada, buscas foram feitas pela casa, sendo encontrada uma garota aos fundos da residência trabalhando, que era a testemunha a qual estava sendo procurada”.
Continuou:
“Esse cenário só veio a corroborar com tudo que consta nas investigações, motivo pelo qual todas as pessoas que estavam na casa foram conduzidas à delegacia para prestarem esclarecimentos”.
Em relação as insinuações de que o delegado estaria a serviço de grupos políticos em Tarauacá, ele garantiu: “não tenho qualquer vínculo com a política partidária, apenas faço meu trabalho conforme as diretrizes da lei e da moral, agindo de forma imparcial em meus procedimentos”.

Um comentário:

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