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A denúncia da parlamentar é de que atualmente cerca de 20 meninas são exploradas sexualmente pela rede de prostituição, fazendo incontáveis programas e recebendo em troca o pagamento mensal de 200 reais. O preço do programa, estabelecido pelos chefes da quadrilha, varia entre 20 e 50 reais.
Informações não confirmadas pela polícia dão conta que quatro menores já prestaram depoimentos. Muitas delas já fizeram abortos e também estão envolvidas na distribuição de drogas.
Segundo informações da vereadora Matilde Araújo, suspeita-se do envolvimento de políticos e empresários do município na rede de prostituição.
A polícia já teria conseguido identificar dois cafetões, constatando, ainda, que eles usam crianças com idade entre 7 e 8 anos para entregar bilhetes aos supostos clientes que utilizam os serviços da rede.
Atualmente, apenas o delegado Alex Danny Tavares responde pelos municípios de Tarauacá e Feijó, onde é delegado titular. Neste momento, o município está sem juiz. E também não dispõe de promotor.
Os bairros com maiores índices de prostituição, de acordo com a população local, são o Zenaide Paiva, Geni Nunes, Cohab e Esperança.
Reportagem do site rádio FM Feijó, publicada dia 27 de janeiro de 2013, revelou detalhes do esquema utilizado pela rede de prostituição, que são contados pelas própria menores.
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De acordo com uma menor que não teve o nome revelado, o preço dos programas varia de acordo com o biótipo das meninas.
“As mais bonitas e mais gostosas, bundas grandes e pernas grossas, cobram 50 reais por cada programa e chegam a transar até cinco vezes por noite”, afirmou a garota à reportagem da Rádio FM. Segundo ela, as menos procuradas chegam a cobrar de 20 a 30 reais.
Outros detalhes contados pelas vítimas dão conta, ainda, que a maioria delas está envolvida com drogas, ou como usuárias ou, até mesmo, sendo utilizadas no esquema de distribuição de entorpecentes. As menores estariam também sendo submetidas a abortos clandestinos, sem receberem assistência médica.
Fonte: ContilNet


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