O repórter cinematográfico F.G.
Pereira, em entrevista exclusiva com o Dr. José Barbosa, delegado titular da
Delegacia de Tarauacá, que ao ser entrevistado, confirmou que o pedreiro teria
sido contratado pela esposa da vítima para matá-lo. A primeira tentativa
acorreu na semana trasada quando o pedreiro passou o final de semana em
companhia da vítima em sua residência. O pedreiro em seu depoimento disse ao
delegado que não matou Brasil na primeira vez porque teve pena. Porque Brasil
lhe tratou muito bem naquele final de semana em sua casa. Só que ao retornar
para cidade e se encontrar com a esposa da vítima que passou a lhe xingar com
palavras de baixo escalão, tipo “você não é homem, você é um covarde e um
frouxo”, se sentido ofendido passaram a bolar o segundo plano aonde a mesma
aumentou a oferta que seria o valor de R$ 30.000 (trinta mil reais) depois que
Brasil estivesse morto e ela passasse a ser dona de todos os bens que lhe
pertencia, daí ela ia vender um terreno que custava R$ 100.000 (cem mil reais)
e daí sanar seu compromisso com o matador. O delegado ao ser perguntado pelo
repórter cinematográfico como seria a forma de pagamento que teria sido
combinado entre a mulher e o pedreiro
O delegado foi
franco a dizer que a mulher bastante nervosa em seu depoimento revelou que o
valor da primeira parcela seria de 3.000,00(três mil reais) só que depois do
serviço feito ela não tinha disponível o dinheiro para cumprir o acordo.
O delegado ainda acrescentou que
a senhora Irineide Melo Lima, esposa da vítima já foi encaminhada para o
presídio feminino de Feijó e já Charles Oliveira Lima, 25 anos, morador do
Bairro da Cohab, foi encaminhado para a penitenciária Moacy Prado no Pirajá. Em
seu depoimento ao delegado, o pedreiro disse que o motivo do crime foi porque
Segundo ele após ingerir bastante bebida alcoólica, foi até a casa da
vítima, beberam juntos, discutiram e, em seguida pegou uma faca da própria
vítima e o matou com duas facadas no vão.



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