Fruto de uma luta de quase dez anos pela criação de ambientes
mais favoráveis à criação e desenvolvimento dos micro e pequenos
negócios, a Lei Geral contribui para a geração de empregos e a distribuição de
renda ao estimular o uso dos potenciais e vocações de cada localidade para
criar negócios que fazem o dinheiro girar na comunidade, melhora a vida das
pessoas e o progresso dos municípios.
Numa ação prática que demonstra seu compromisso com o
desenvolvimento de seus municípios, a prefeita de Tarauacá Marilete Vitorino de
Siqueira e o prefeito de Feijó Raimundo Ferreira Pinheiro, o “Didi” assinaram a
promulgação da lei geral em seus municípios. Com isto as prefeituras tornam-se
regulares perante a constituição, porque o prazo para a regulamentação da Lei Complementar
123, mais conhecida como Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas terminou em
dezembro de 2009, situação que vem sendo cobrada dos prefeitos pelos tribunais
de Contas da União e dos Estados, também pelos ministérios públicos, inclusive
o do Acre por entenderem que cabe às prefeituras apoiar e estimular o
desenvolvimento local.
“Brasiléia foi o primeiro município do Acre a regulamentar a
lei geral, agora que os prefeitos de Tarauacá e Feijó assinaram a adesão de
suas prefeituras a esta lei, temos 15 municípios comprometidos em estimular os
pequenos negócios aproveitando melhor seus potenciais e vocações de cada
localidade como forma de gerar mais emprego e renda para sua população
promovendo o desenvolvimento que é bom para todos!” Afirmou o superintendente
do Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae no Acre, João Fecury
que aproveitou para advertir que: “Com a adesão da prefeitura à lei geral
estamos vencendo a etapa da regulamentação desta lei que vem estimular a
criação de mais negócios, mas começa também o desafio de tirarmos a lei do
papel e fazer com que seja aplicada na prática, ou seja, que as prefeituras
deem tratamento preferencial às micro e pequenas empresas e, também, aos
empreendedores individuais em suas compras. Este comportamento fará com que
mais pessoas das zonas rural e urbana criem negócios que geram emprego e renda
com dignidade e autonomia, ou seja, sem precisar da ajuda do poder público ou
da caridade de outras pessoas. É isso que chamamos de resgatar a cidadania!”
Fonte: Página 20
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