sábado, 25 de janeiro de 2014

BBB pornô em Tarauacá revela sexo, traição, ameaça de morte e exposição de cenas eróticas envolvendo personagens do município

sexo_01

A população de Tarauacá no Estado do Acre, cidade localizada há 400 km da capital Rio Branco, nesses últimos dias foi surpreendida com a notícia da circulação numa rede social, de vídeos que exibiam cenas de sexo explícito envolvendo garotas e um conhecido “cinegrafista”. 
 
A história é a seguinte: O sujeito levou as garotas para um quarto de hotel, as convenceu de alguma maneira a terem relações sexuais com ele e, com uma câmera escondida, gravou todas as cenas. Segundo as meninas que aparecem nos dois primeiros vídeos, ele usava uma caneta espiã para filmas as cenas de sexo. 
 
Fala-se pela cidade que existem mais vídeos com outras mulheres, o que está deixando muitas gente em pânico e a população revoltada com o que está acontecendo.
 
Na rede social Facebook as pessoas estão se manifestando diariamente contra essa situação e clamam para que a justiça se manifeste em relação ao caso.

JORDÃO: Deputada Antonia Lúcia vem ao município fiscalizar emendas e discutir prioridades com a população


Com objetivo de fiscalizar emendas destinadas ao município e discutir novas prioridades, a deputada federal Antônia Lúcia (PSC-AC) chegou ao Jordão na manhã desta sexta-feira, 24.
Desde o início de seu mandato, Antonia Lúcia apresentou ao Orçamento Geral da União, mais de 33 milhões em emendas parlamentares para o Povo do Acre. Deste montante, foram destinados ao município de Jordão dois caminhões Mercedes, cada veículo no valor R$ 200 mil, e uma Escavadeira Hidráulica no valor de R$ 250 mil.
Anos atrás, ainda na gestão do saudoso Turiano Farias, Antonia Lúcia conseguiu junto à Superintendência da Zona Franca de Manaus (SUFRAMA) a primeira caçamba do município, que encontra-se em atividade até os dias atuais. Informou a deputada à nossa redação.
A vice-presidente dos Direitos Humanos da Câmara Federal também deverá comparecer ao Hospital da Família para averiguar a situação dos equipamentos de Radiologia daquela unidade de saúde. O aparelho de Raio-x encontra-se há mais de cinco anos abandonado nos corredores do hospital por falta de uma sala adequada para as devidas instalações.
O governo do estado encaminhou recentemente uma equipe para executar os trabalhos de adaptação da sala e instalação dos aparelhos, mas os serviços ainda não estão disponíveis à população.
"Farei uma denúncia na Câmara Federal e ao Ministro da Saúde à respeito dessa máquina... É um equipamento caríssimo e de extrema necessidade para estar parado há mais de cinco anos", disse.
Ainda na tarde deste feriado será realizado um encontro de trabalho com a população e administração municipal com o objetivo de divulgar as ações da deputada para todo o Estado.
A parlamentar veio acompanhada de assessores, e da Presidenta Regional do Partido Trabalhista Cristão (PTC-AC), Doutora Gabriela Câmara que também responde pela presidência do Centro de Recuperação de Dependentes Químicos em Rio Branco.
Gabriela fará um levantamento através de informações obtidas no encontro, e estará disponibilizando uma vaga de tratamento e recuperação à um dependente químico do município na Comunidade Terapêutica Lucimar Lucena Ramos, em Rio Branco.
Idealizada pela deputada Antônia Lúcia, a comunidade intensifica ações para reinserir o dependente químico a sociedade através do acompanhamento médico, orientação religiosa e capacitação profissional. 
Kézio Araújo do Blog Fala Jordão - falajordao@gmail.com

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Justiça acreana condena Rede Globo ao pagamento de R$ 80 mil por danos morais

rede
Juiz Laudivon Nogueira/Foto: Ascom TJ
Em uma decisão inovadora no universo jurídico, a 1ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco julgou procedente o pedido formulado por Gilson Pescador e condenou a empresa Globo Comunicação e Participações S/A (Rede Globo de Televisão) ao pagamento de indenização por danos morais - em decorrência de ofensa ao direito de personalidade do autor, na trama da minissérie “Amazônia - de Galvez a Chico Mendes”.

De acordo com a decisão assinada pelo juiz Laudivon Nogueira, titular da unidade judiciária, a emissora deverá pagar ao autor a quantia de R$ 80 mil.
Ainda de acordo com a sentença publicada no Diário da Justiça eletrônico nº 5.084 (fl. 11), outros pedidos de Gilson foram negados, como a realização de alterações no DVD da minissérie, colocado à venda pela Rede Globo, para fazer constar seu nome correto.
A inovação resulta do fato de que em processos dessa natureza se questiona na Justiça o uso indevido de imagem. Mas neste caso em vez disso foi levado em consideração o dano ao patrimônio moral do autor da ação. Em outras palavras, mesmo não sendo utilizada na minissérie a sua imagem, houve apropriação de sua história (identidade).
Entenda o caso
Gilson Pescador protagonizou ao lado de Chico Mendes a luta agrária e em defesa dos direitos dos seringueiros e pequenos agricultores durante a década de 1980. Inicialmente, como padre e posteriormente, após deixar a Igreja, como membro de uma organização não governamental de apoio à luta pela conservação do meio ambiente.
Ao assistir à “Amazônia - de Galvez a Chico Mendes”, reconheceu-se retratado como o personagem “padre Cláudio”, que desempenha papel semelhante ao seu, inclusive, em momentos decisivos da trama, como na decisão pública de desistir do sacerdócio ao saber que seria transferido de volta para Santa Catarina, sua terra natal.
O autor também se viu retratado em outras cenas, como a da morte do líder sindical Ivair Higino e do histórico “empate” realizado no Seringal Cachoeira em abril de 1988.
De acordo com o autor, desde que sua trajetória pessoal ao lado de Chico Mendes foi retratada de maneira indevida, com a troca de seu nome, ele passou a ser alvo de constantes questionamentos sobre a veracidade de fatos importantes e marcantes de sua trajetória pessoal, que foi ferida e abalada pela Rede Globo.
Por esses motivos, o autor buscou a tutela de seus direitos junto à 1ª Vara Cível da Comarca de Rio Branco, onde ajuizou a ação cível nº 0012519-59.2007.8.01.0001, requerendo a condenação da Rede Globo de Televisão ao pagamento de indenização por danos morais, em razão da violação do direito da personalidade - além da realização de correções no DVD da minissérie, colocado à venda pela empresa, para fazer constar seu nome correto.
Sentença
Ao analisar o pedido formulado pelo autor, o juiz titular da 1ª Vara Cível da Capital destacou que apesar da argumentação utilizada pela Rede Globo - de que o personagem ‘padre Cláudio’ não foi construído baseado na trajetória pessoal do autor, mas sim, criado tão somente para ilustrar o envolvimento da Igreja Católica na luta em defesa dos seringueiros -, “a semelhança não se trata de mera coincidência”.
Para o magistrado, todas as evidências permitem ligar o personagem fictício ‘padre Cláudio’ ao personagem histórico ‘padre Gilson’. “Ao comparar as cenas da obra audiovisual com a história de vida do autor, dúvida alguma remanesce de que, no enredo da minissérie, ‘padre Cláudio é mesmo o autor Gilson Pescador”, ressaltou o juiz.
Laudivon Nogueira também assinalou que a alteração do nome do autor foi inclusive notada - e noticiada - pelos jornais locais, que à época destacaram a ausência da menção ao nome do autor.
Segundo o juiz, ao compor o enredo da minissérie com a participação de ‘padre Cláudio’ reproduzindo fielmente a história de vida do autor, “a ré fez muito mais do que mera ficção; em verdade, ingressou na esfera jurídica do autor, negando-lhe a existência e a identidade com a história”, ferindo, assim, seus direitos fundamentais à personalidade e à dignidade humana, “o que revela a ofensa moral”.
“A atribuição da história do autor a outra pessoa é fato com forte potencial danoso no âmbito interno (psíquico) e no âmbito externo (social). No âmbito interno é indubitável a inquietude, a sensação de ofensa, de humilhação sofrida pelo autor ao acompanhar, impotente, a veiculação da obra audiovisual que atribui a terceiro realizações e falas suas, expressões e decisões tomadas em sua vida”, destacou o magistrado em sua sentença.
Por fim, o juiz Laudivon Nogueira julgou procedente o pedido formulado pelo autor e condenou a Rede Globo de Televisão ao pagamento de indenização a título de reparação pelos danos morais decorrentes da violação do direito da personalidade do autor.
Ao mesmo tempo, o magistrado julgou improcedente o pedido formulado por Gilson para que sejam realizadas correções no DVD da minissérie, colocado à venda pela Rede Globo, uma vez que a medida não teria a eficácia desejada e seria excessivamente restritiva ao direito de liberdade de expressão da ré.
Tanto o autor quanto a empresa ainda podem recorrer da sentença.
Assessoria TJ 

Deputado Gladson Cameli completa ciclo de visitas aos municípios acreanos

Deputado Federal Gladson Cameli
O deputado federal Gladson Cameli (PP) aproveitou o recesso parlamentar para andar pelo Acre. Entre o final de dezembro e 21 de janeiro, visitou os 22 municípios acreanos, sempre levando benefícios para as prefeituras independente de cores partidárias.

No último fim de semana, Gladson esteve visitando os municípios isolados do Acre, Santa Rosa do Purus, Jordão, Porto Walter e Marechal Thaumaturgo. Participou de reuniões políticas com aliados e conversou com prefeitos, sempre dando satisfações da sua atuação como deputado federal.

Em Santa Rosa do Purus encontrou-se com o prefeito Rivelino Mota (PSDB), o presidente da Câmara, Paulo Kaxinawá (PSD), o vice-prefeito Valdemar Kaxinawá (PSD) e lideranças políticas. Além da liberação de recursos para a construção de calçadas, Gladson se comprometeu a conseguir emendas parlamentares para a revitalização da orla urbana que margeia o Rio Purus. Também alocará recursos para a compra de um batelão para a Organização dos Povos indígenas Kaxinawá do Alto Rio Purus (OPIHARP).

Seguindo para o Jordão, onde acontecia o Novenário de São Sebastião, Gladson Cameli reuniu-se com lideranças locais para falar sobre o quadro político atual no Estado. Posteriormente encontrou-se com o prefeito Elson Farias (PC do B). “Além dos recursos para construção de calçadas estou me comprometendo a liberar emendas aos municípios que estão adimplentes como é o caso do Jordão. Na hora de ajudar a população não quero saber de bandeiras partidárias. Estou andando pelos municípios para sentir de perto as necessidades das pessoas e poder ajudar através do meu mandato de deputado federal,” revelou Cameli.

Na rota dos municípios isolados, Gladson Cameli, esteve também em Porto Walter, conversando com o prefeito Zezinho Barbary (PMDB) que recentemente passou por dificuldades por ter encontrado a prefeitura endividada da gestão anterior. Agora, com o município adimplente, Gladson comprometeu-se a liberar recursos através do Ministério das Cidades para obras de urbanização em Porto Walter. E através do programa do Governo Federal, PNHR, o deputado do PP irá ajudar a prefeitura a ter acesso aos recursos para a construção de casas populares nas áreas urbanas e rurais.

(assessoria)

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Vacinação contra HPV na rede pública começa em 10 de março


 A vacinação de meninas de 11 a 13 anos contra o papiloma vírus humano (HPV) na rede pública de saúde vai começar no dia 10 de março. O anúncio foi feito hoje (22) pelo Ministério da Saúde. O vírus é uma das principais causas do câncer de colo de útero, o terceiro tipo mais frequente de câncer entre mulheres, atrás apenas do câncer de mama e do câncer de cólon e reto.

A meta do governo é imunizar 80% de um total de 5,2 milhões de meninas. A vacina estará disponível em 36 mil postos de saúde da rede pública durante todo o ano, como parte da rotina de imunização. Para se vacinar, basta apresentar o cartão de vacinação ou um documento com foto. A imunização é feita em três doses: a segunda vem seis meses depois da primeira e a terceira, cinco anos após a primeira.
A coordenadora do Programa Nacional de Imunização, Carla Domingues, ressaltou que a vacina tem caráter preventivo e não substitui a realização do exame conhecido como papanicolau, nem o uso de preservativo em relações sexuais.
Já o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, lembrou que a orientação da pasta é que as secretarias estaduais e municipais de saúde promovam a vacinação em parceria com as secretarias de educação, com estratégias de imunização dentro de escolas públicas e particulares.
“Todos os estudos mostram que nessa faixa etária, de 9 a 13 anos, é quando, ao se aplicar a vacina, a produção de anticorpos tem maior intensidade. Chegamos ao nível máximo de proteção que essa vacina pode gerar contra o HPV”, explicou.
Segundo o ministério, a capacitação à distância de profissionais de saúde e de professores deve começar em fevereiro. As escolas também devem reforçar a importância da imunização, distribuindo um guia prático sobre a o vírus para adolescentes, pais e professores.
Para o primeiro ano da imunização, o governo adquiriu 15 milhões de doses. A vacina utilizada será a quadrivalente, recomendada pela Organização Pan-Americana de Saúde (Opas), que oferece proteção contra quatro subtipos do HPV (6, 11, 16 e 18). Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por cerca de 70% dos casos de câncer de colo de útero em todo o mundo. De acordo com a pasta, em 2015, a vacina será oferecida para adolescentes de 9 a 11 anos.
Para a produção da vacina, o ministério firmou parceria com o Instituto Butantan e com um laboratório privado. Será investido R$ 1,1 bilhão na compra de 41 milhões de doses durante cinco anos – período necessário para a transferência de tecnologia. A parceria, segundo o governo, possibilitou uma economia estimada em R$ 83,5 milhões.
O HPV é um vírus transmitido pelo contato direto com a pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. O vírus também pode ser transmitido de mãe para filho no momento do parto. A estimativa da Organização Mundial da Saúde (OMS) é que 290 milhões de mulheres no mundo são portadoras da doença, sendo 32% infectadas pelos subtipos 16 e 18.
Em relação ao câncer de colo de útero, a estimativa é que 270 mil mulheres morrem todos os anos devido à doença. No Brasil, o Instituto do Câncer (Inca) estima que devem surgir 15 mil novos casos da doença e 4.800 óbitos por esse tipo de câncer.
Agência Brasil

Secretário diz que governo não negocia mais com a Polícia Civil e chama sindicalista de pelego

leonildo
“Não há como manter a conversa com sindicalista pelego", disse Leo
O secretário de Comunicação do governo do Acre, Leonildo Rosas afirmou na manhã desta quarta-feira (22) que partir de hoje o governo rompeu diálogo com o Sindicato da Polícia Civil do Acre (Sinpol/AC). O secretário criticou duramente o presidente do sindicato a quem chamou de pelego e afirmou estarem seguindo orientações do PSDB.

“Não há como manter a conversa com sindicalista pelego, que quer usar a entidade para viabilizar pleitos tucanos, em detrimento de toda uma categoria”, disse.
Rosas afirmou, ainda, que é impossível dialogar com quem faz a opção pela ingratidão. “ O governo fica com os trabalhadores, mas diz não ao oportunismo e a ingratidão sindical”.
O secretário foi criticado por internautas, como é o caso da estudante Debora Costa que rebateu a afirmação de Rosas afirmando que o governo sempre tenta culpar a oposição por todas as coisas.
A publicação de Rosas aconteceu depois do ato público realizado pelos policiais civis na manhã desta quarta-feira, onde recusaram a proposta do governo. Eles reivindicam melhores condições de trabalho, regulamentação do banco de horas, entre outras coisas.
Veja a publicação do secretário de Comunicação:
print-leorosas
O presidente do Simpol, Itamir Alisson afirma que o governo não apresentou nenhuma proposta atrativa a categoria.
“Continuaremos lutando pelos nossos direitos, pois nossas reivindicações são mais que justas. Continuaremos lutando até que o governo do Acre decida apresentar propostas plausíveis para a categoria”, concluiu.
Gina Menezes, da Agência ContilNet 

FERIADO: 23 DE JANEIRO (DIA DO EVANGÉLICO)


Onda de violência faz prefeito e vereadora do interior procurar cúpula da Segurança Pública

A onda de violência tem feito o município de Feijó ser manchete nos principais jornais do Acre.
Em virtude disto, a vereadora Matildes (PSDB), preocupada com os números assustadores da violência no município, solicitou através de ofício a formação de uma comissão suprapartidária para debater, juntamente com as autoridades constituídas do Estado, o alto índice de criminalidade que afeta a população.
violencia-feijo
Prefeito e vereador de Feijó se reuniram com a cúmpula de segurança do Estado

De acordo com informações, o encontro aconteceu terça-feira (21), na sala do secretário de Segurança Pública, Renir, juntamente com o comandante geral da Polícia Militar, coronel Anastácio, diretor de Polícia Civil, comandante do Corpo de Bombeiros, prefeito de Feijó, Mêrla Albuquerque, deputados estaduais Walter Prado e Moisés Diniz, e os vereadores Pelé Campos, Tarcísio Pinheiro e Eurico Cordeiro.
O debate foi aberto pela vereadora Matildes, que falou de sua insatisfação para com os que detêm o comando da segurança no Estado. Segundo ela, estes deixam transparecer a todos que Feijó é uma cidade não pertencente ao Acre.
Já o prefeito Mêrla foi mais além. Desiludido, ele afirma não mais acreditar em eventuais promessas que os responsáveis pela Segurança Pública fazem nas suas visitas ao município.
Depois de um longo debate, ficou acertado que a cidade de Feijó, nesse primeiro momento, será contemplada com três motos e uma viatura, além de oito novos policiais recém formados.
O comandante garantiu, ainda, a continuação do toque de recolher, com maior intensidade, reunindo as polícias de Feijó e Tarauacá e uma equipe do Bope de Rio Branco.
 Agência ContilNet

Em Feijó, homem tenta matar ex-mulher, mãe de 11 filhos, a facadas e vítima apela por ajuda

vitima 8
"Francisquinha" levou várias facadas do ex-marido/Foto: Rádio FM Feijó
Era Natal. Exatamente no dia 25 de dezembro de 2013, data comemorativa em que as famílias celebram o nascimento de Jesus Cristo, aconteceu uma fatalidade: a dona de casa identificada por "Francisquinha", 46 anos, mãe de 11 filhos, levou várias facadas do ex-marido Francisco do Nascimento.

Ela, que é moradora do bairro Zenaide Paiva e tem dois filhos com deficiência física e mental, conta que por volta das 00h30 do dia 25 estava deitada em um dos quartos de sua casa, quando ouviu o barulho de arrombamento na porta de entrada de sua residência .
Ao se levantar para ver o que estava acontecendo, deparou-se com seu ex-marido que estava munido de uma faca e visivelmente embriagado. Sob ameaças, e não dando tempo de a vítima se defender, a esfaqueou no rosto, cabeça, pescoço e braços.
vitima 7
Os quatro dias que passou hospitalizada não foram o suficiente para que as feridas, tanto físicas como psicológicas, desaparecessem
Hoje, em declaração ao site Rádio FM Feijó, "Francisquinha" mostra sua situação. Ela possui filhos que precisam de maior cuidado e atenção. Atenção esta que ela não pode dar em virtude das consequências do ato do ex-marido.
Os quatro dias que passou hospitalizada não foram o suficiente para que as feridas, tanto físicas como psicológicas, desaparecessem. Não bastasse tudo isso, ela conta que tem passado por dificuldades. Não são raras as vezes em que os filhos com deficiência passam o dia sem comer por falta de comida. A dona de casa faz um apelo para àqueles que possam ajudar.
Agência ContilNet

Estudantes brasileiros se queixam de maus-tratos em faculdades de Medicina da Bolívia

O sonho de estudar medicina, sem enfrentar o vestibular e com mensalidades acessíveis, é realidade para cerca 6 mil universitários brasileiros que vivem na Bolívia. Mas a concretização do sonho custa queixas de preconceito.
“Exigências de exames anti-HIV e cobranças excessivas de taxas e burocracia. Para os estudantes, há discriminação contra eles por parte das autoridades e da população bolivianas”. Assim descrevem brasileiros acreanos que estudam medicina em Santa Cruz de La Sierra na Bolívia.
alunos da  bolivia
Longe do seu país de origem, os universitários ficam amedrontados e afirmam que não vale mais a pena estudar na Bolívia/Foto: O Alto Acre

Em entrevista ao Jornal O Rio Branco eles reclamam da Universidade Aquino – Udabol, exigem explicação sobre a demora em marcar o exame de grado e denunciam que recebem tratamento desigual e até desumano dentro das universidades particulares daquele país.
De acordo com os universitários Lidiane Borges e Bruno Santiago os estudantes levam até um ano para conseguir marcar o exame de grado (requisito para obtenção da carteira de médico boliviano) e na maioria das vezes, os brasileiros precisam pagar um advogado para acelerar o processo que deveria ser de fácil acesso aos alunos.
Para trabalhar como médico, os estudantes de medicina, após recebem o certificado, precisam vencer algumas etapas; concluir o internato de um ano, prestar serviços voluntários ao governo boliviano por três meses e realizar o exame de grado para finalizar o processo.
“O que acontece e que nessa última etapa, as universidades demoram um ano ou mais para poder marcar o exame de grado e se o estudante não paga um bom advogado para agilizar essa espera pode ser maior e isso e uma coisa que não deveria existir, pois estamos com todos os requisitos em dia, todas as contas da faculdade pagas e mesmo assim isso vem acontecendo”, explica Lidiane.
“Buscamos a universidade atrás de informações sobre datas, e o que está acontecendo, mais ninguém fala nada. Todas as semanas eles expedem a lista de alunos para receber o exame, porém, essa lista só contempla os bolivianos”, acrescentou o acreano afirmando que os alunos brasileiros estão aguardando a quase oito meses para receber o exame.
Além da demora, os alunos são alvos de xenofobia praticada por autoridades bolivianas e até dos funcionários das universidades. “Buscamos a universidade atrás de informações sobre datas e o que está acontecendo e os mesmos nos tratam com descaso”, diz Borges comentando que o presidente da Bolívia, Evo Morales, garantiu que iria eliminar a burocracia e aumentaria a entrega de títulos imediatos após a defesa da monografia.
Na semana passada os alunos realizaram um protesto na universidade. Eles foram recebidos pelo vice-reitor da instituição que na ocasião, segundo os alunos, foram destratados e ameaçados.
“Nós temos gravações em áudio do surto do vice-reitor conhecido por Erike comprovando a humilhação e ameaçando expulsar os alunos da universidade. Nós só sofremos nas universidades aqui na Bolívia! Queremos uma resposta, um esclarecimento sobre essa demora que é injusta”, concluiu a universitária.
Durante a elaboração dessa reportagem tentamos contato com a direção da universidade Udabol em Santa Cruz, mais ninguém respondeu os nossos questionamentos.
Atração
Os primeiros estudantes brasileiros desembarcaram na Bolívia na década de 80. Eles são atraídos para lá por dois grandes motivos: a ausência de vestibular –basta o diploma de ensino médio para fazer a matrícula- e o custo baixíssimo das faculdades.
Na Bolívia, as universidades privadas são avaliadas como de nível superior às públicas. De acordo com o site da universidade Udabol, cada estudante paga em média US$ 4.500 dólares (R$ 10 mil reais) fora o internato rotatório obrigatório.
Depois, está a difícil volta ao Brasil: apenas 2,1% dos formados na Bolívia passaram, em 2012, no Revalida, exame federal para validar o diploma de medicina estrangeiro.
O Alto Acre

Léo de Brito diz que conselho político da FPA descartou dupla candidatura ao Senado

leo brito
Assessor especial do Governo, Leonardo de Brito
O ex-presidente do diretório regional do PT e atual assessor especial do governo do Acre usou as redes sociais na manhã de terça-feira (21) para noticiar que o conselho político da Frente Popular do Acre (FPA) decidiu, em reunião, que a coligação terá apenas uma candidatura ao Senado, colocando fim às especulações que possa haver duas candidaturas, sendo uma do PT e outra do PCdoB.

“Afastada de vez a possibilidade de duas candidaturas”, declarou.
Léo de Brito aproveitou a oportunidade e fez uma espécie de avaliação a respeito da situação, afirmando que a decisão da Frente Popular foi acertada, haja vista que ele considera um erro lançar dois candidatos ao Senado pela mesma coligação.
“Não é juridicamente possível duas candidaturas ao Senado na mesma coligação, quando há uma vaga em disputa, o que causaria um cisma entre PT e PCdoB, fundadores da Frente”, defendeu Léo, em um post anterior.
O ex-presidente do PT afirmou, ainda, que em caso de duas candidaturas, naturalmente haveria benefício para o candidato oposicionista Gladson Cameli.
“Gladson Cameli senador, aproveitando-se da divisão da FPA. Uma derrota da esquerda acreana para um político conservador de direita”, declarou.
Gina Menezes, da Agência ContilNet